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Stephen Miran diz que o ideal seria 50pb, mas 25pb é mais provável — e tudo depende da China e da política monetária 🧭

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Stephen Miran (Fed): corte de juros deveria ser 50 pontos-base, mas provavelmente será 25. O que mudou? Vou desenrolar essa decisão que pode mexer com mercados e empregos 🧵

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Na Fox Business, Miran projetou crescimento do PIB em torno de 2% este ano e disse esperar atividade ainda forte em 2026. Mas avisou: as tensões comerciais EUA-China reintroduziram incertezas que podem mudar toda a trajetória.

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Por que 50pb vs 25pb? Miran argumenta que 50 pontos-base sinalizaria apoio mais robusto ao crescimento. A razão para um corte menor: cautela diante de inflação persistente e sinais mistos nos mercados — melhor dar um passo de cada vez.

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A peça-chave aqui é a relação com a China. Para Miran, um acordo rápido dinamiza exportações e cadeias de suprimento — e empurra o PIB para cima. Um impasse prolongado age como freio. Geopolítica virou variável macroeconômica.

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As consequências são concretas: 25pb alivia custos de crédito moderadamente; 50pb teria efeito mais forte sobre investimento e consumo. Mas quem sente primeiro? Pequenas empresas e trabalhadores, que têm menos margem, acabam pagando o preço da incerteza.

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Miran também disse que o Fed precisa ajustar os juros 'rapidamente' a um nível apropriado — fala de timing e transparência. Políticas previsíveis ajudam a reduzir custos sociais e protegem comunidades menos resilientes.

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Reflexão final: escolher entre 25 ou 50 pontos-base é escolher prioridades — estabilidade imediata ou um impulso mais forte ao crescimento. Observe emprego, inflação e as negociações EUA-China: neles estará o próximo capítulo da economia.

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