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Protestos em Buenos Aires após veto a aumento de verbas para saúde e universidades — o impacto na assistência infantil e nos salários preocupa ⚖️

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Milei veta aumento de verbas para saúde e universidades; médicos, enfermeiros e universitários marcham em Buenos Aires em protesto contra os cortes 🧵

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O veto derrubou um projeto que atualizaria o orçamento universitário pela inflação e compensaria atrasos salariais. Outra lei vetada impediria transferências do Tesouro às províncias — impacto direto na operação dos hospitais locais.

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É um padrão: com 21 meses no poder, Milei repete medidas semelhantes a um veto de out/2024. Para quem trabalha na saúde, isso significa menos recursos, aumento da pressão por produtividade e risco de queda na qualidade do atendimento.

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No principal hospital pediátrico de Buenos Aires profissionais denunciam atrasos salariais e sobrecarga. Quando a base do sistema (quem cuida das crianças) sofre, consultas, internações e prevenção ficam mais vulneráveis.

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Cortes que atingem repasses às províncias comprometem vacinação, leitos de UTI pediátrica e a formação de novos profissionais nas universidades públicas. Saúde e educação são investimentos sociais, não custos neutros.

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Reflexão final: ao decidir prioridades orçamentárias, a sociedade define quem tem acesso à assistência e quem fica de fora. Defender financiamento público está ligado à proteção dos mais vulneráveis e à qualidade do cuidado.

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