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Resumo em 10 segundos

Cortes de R$14,7 mi na UFRN e R$7,3 mi nos IFRNs ameaçam aulas práticas e pesquisa — mas há saídas criativas e coletivas 🚀

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UFRN e IFRNs do RN sofreram cortes de R$14,7 mi e R$7,3 mi no orçamento para custeio e assistência estudantil — isso pode ameaçar o ano letivo e projetos de pesquisa! 😮‍💨🧪🧵

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Esses recursos cobrem manutenção de laboratórios, insumos, energia, bolsas e programas de apoio. Sem custeio, aulas práticas, cadeiras laboratoriais e assistência a estudantes em vulnerabilidade ficam em risco — especialmente quem depende da universidade.

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Impacto científico: experimentos interrompidos, atraso em teses, perda de dados e menos oportunidades para iniciantes na pesquisa. A boa notícia? Redes colaborativas, compartilhamento de equipamentos e editais emergenciais podem mitigar danos.

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No Rio Grande do Norte, as instituições públicas são vetores de inovação regional e inclusão social. Cortes assim comprometem desenvolvimento local e a democratização do acesso à ciência — então diálogo entre sociedade, universidades e governo é essencial.

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Soluções práticas: consórcios entre instituições para dividir equipamentos, convênios com prefeituras, busca por editais nacionais e internacionais, crowdfunding científico e práticas de ciência aberta para reduzir custos e manter atividades.

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Há trajetórias de sucesso: universidades que criaram laboratórios compartilhados, parcerias responsáveis com o setor produtivo e programas de estágio local conseguiram proteger ações essenciais. Transparência e defesa dos direitos trabalhistas fortalecem essas respostas.

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Reflexão final: proteger a ciência pública é investir em futuro sustentável, inovação e justiça social. Ao invés de naturalizar cortes, podemos transformar a preocupação em ação coletiva inteligente — a hora de agir é agora.

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