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Resumo em 10 segundos

🚌 A Prefeitura de Cotia autorizou o estudo que deve embasar uma nova licitação do transporte. A pergunta é: a mudança chegará primeiro a quem espera no ponto?

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Cotia inicia um estudo para redesenhar a concessão dos ônibus, em um processo aguardado há 50 anos. 🚌 A promessa inclui novas linhas, menos espera e pontos inclusivos. Mas estudo técnico, sozinho, consegue consertar a rotina de quem depende do coletivo? 🧵

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A Ordem de Serviço será assinada pelo prefeito Welington Formiga e pela Secretaria de Planejamento, Transporte e Mobilidade. É o primeiro passo para o Plano de Mobilidade e uma nova licitação. A questão central: quais metas vão obrigar a futura operadora a cumprir?

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Na prática, o diagnóstico deve definir itinerários, frota, frequência, custos e demanda. Parece burocrático? É justamente aí que se decide se um bairro terá ônibus perto de casa ou se o passageiro continuará fazendo conexões longas e caras.

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A gestão cita redução do tempo de espera e expansão para os bairros. Ótimo — mas haverá metas públicas por linha e fiscalização em tempo real? Sem indicadores claros, como o passageiro poderá cobrar quando o ônibus atrasar ou simplesmente não passar?

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Cotia diz ter aplicado subsídio de R$ 2,20, evitando que a tarifa chegasse a R$ 5,30 de segunda a sábado. Também criou a Tarifa Zero Inclusiva aos domingos. O desafio é garantir tarifa acessível sem reduzir qualidade, frequência e direitos de quem trabalha no sistema.

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Abrigos modernos e inclusivos fazem diferença: protegem da chuva, melhoram a acessibilidade e dão mais dignidade à espera. Mas de que adianta um ponto exemplar se faltam linhas, horários confiáveis e integração para os bairros mais distantes?

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Uma licitação bem desenhada pode transformar o ônibus de Cotia; uma mal fiscalizada pode apenas trocar o nome da empresa na lateral do veículo. Depois de 50 anos de espera, a pergunta não é só quem vai operar — é quem terá prioridade no novo sistema.

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