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Resumo em 10 segundos

A nova reportagem reacende dúvidas sobre a negociação da Covaxin — e lembra por que vacina exige ciência, transparência e controle público. 💉🧵

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A Covaxin voltou ao centro do debate 💉🧵 Uma reportagem da revista piauí relata que empresários interessados em vender a vacina ao Brasil teriam organizado uma festa com figuras próximas ao poder. O ponto de saúde aqui é: como essa negociação foi conduzida?

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A vacina em si, a BBV152, foi desenvolvida pela indiana Bharat Biotech. Ela usa vírus inativado: o vírus é incapacitado em laboratório, mas ainda “ensina” o sistema imune a reagir. É uma tecnologia conhecida, parecida com a da CoronaVac.

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Estudos divulgados na pandemia apontaram eficácia em torno de 78% contra casos sintomáticos. Só que, quando o governo brasileiro avançou nas conversas, os estudos clínicos de fase 3 ainda não estavam concluídos — diferente de outras opções já em estágio mais maduro.

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Em fevereiro de 2021, o Ministério da Saúde anunciou contrato de 20 milhões de doses por R$ 1,614 bilhão. A CPI da Pandemia apontou que as tratativas tiveram um trâmite mais ágil que o de outras vacinas. Isso virou alvo de questionamentos no Congresso.

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A discussão não é “ser contra vacina”. É justamente o contrário: vacinação salva vidas quando compra, registro, preço e entrega seguem evidências e regras claras. Sem transparência, cresce a desconfiança — e quem perde é a população que precisa se proteger.

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A nova denúncia envolve Flávio Bolsonaro, lobistas e empresários ligados à Precisa Medicamentos, segundo a reportagem. As alegações precisam ser apuradas pelas instâncias competentes. Em saúde pública, acesso rápido é essencial; atalhos sem fiscalização, não.

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