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Quatro convocados compareceram à CPI da Saúde da ALMT, mas exerceram o direito constitucional de não responder. A apuração sobre contratos da SES continua. 🏥

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CPI da Saúde de Mato Grosso fez 261 perguntas a quatro empresários e um médico ligados à investigação de possíveis irregularidades em contratos da SES entre 2019 e 2025. Todos optaram por permanecer em silêncio. 🏥🧵

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Foram ouvidos Luiz Gustavo Castilho Ivoglo, Osmar Gabriel Chemin e Gabriel Naves Torres Borges, ligados à MedTrauma, além do médico Bruno Castro. Ivoglo esteve presencialmente; os demais participaram virtualmente, com advogados.

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Os questionamentos trataram de contratos e pagamentos na saúde, frequência de profissionais, serviços médicos, indenizações e auditorias da Controladoria-Geral do Estado (CGE).

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A CPI citou possíveis inconsistências em documentos e folhas de ponto, ausência de registros profissionais, cobrança de plantões sem comprovação de execução e pagamentos via processos indenizatórios.

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Segundo a Procuradoria da ALMT, o silêncio é um direito constitucional e os depoentes tiveram acesso aos autos e defesa jurídica. Isso não encerra a investigação nem representa, por si só, admissão de irregularidade.

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A comissão pode avançar por outras vias: requisitar documentos, pedir quebras de sigilo bancário e fiscal quando autorizadas e solicitar informações ou auditorias aos órgãos de controle.

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A próxima oitiva está marcada para 26 de agosto, às 14h. Devem depor o ex-secretário de Saúde Gilberto Figueiredo e a ex-secretária-adjunta Caroline Campos Dobes. Transparência é essencial onde cada recurso afeta o atendimento à população.

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