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Resumo em 10 segundos

Depoimentos de ex e atual secretário foram adiados para outubro. A investigação sobre contratos na saúde continua nos bastidores. 🏥

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A CPI da Saúde da Assembleia de MT suspendeu as oitivas durante o período eleitoral 🏥🧵 Os depoimentos que aconteceriam nesta quarta (2), incluindo os de dois secretários de Saúde, ficaram para depois do 1º turno.

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Quem seria ouvido? Gilberto Figueiredo, ex-secretário de Estado de Saúde, e Juliano Melo, atual titular da pasta. A sessão foi encerrada após a leitura de um parecer jurídico que considerou a pausa possível.

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A retomada das reuniões abertas e convocações já tem data: 7 de outubro, a primeira quarta-feira após o 1º turno. Até lá, a comissão não para totalmente: pode receber documentos e seguir com a elaboração interna do relatório.

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A justificativa é evitar que os trabalhos da CPI interfiram no processo eleitoral. A decisão, segundo a Assembleia, foi pedida pela maioria absoluta dos integrantes e ratificada pela Mesa Diretora.

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O foco da apuração são possíveis irregularidades em licitações e contratos da Secretaria de Saúde entre 2019 e 2023, ligados às investigações da Operação Espelho. Não é detalhe burocrático: contrato público bem fiscalizado impacta diretamente o atendimento de quem depende do SUS.

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Segundo a Procuradoria da ALMT, já há bastante material reunido: relatório do TCE, inquérito e perícia da Polícia Federal, além de pareceres da Procuradoria-Geral do Estado. Ou seja, a pausa nas oitivas não significa apagar o que já foi apurado.

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Na semana passada, a CPI ouviu Carolina Campos, ex-secretária adjunta de Gestão Hospitalar, e Onair Azevedo Nogueira, ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres. A comissão precisa concluir os trabalhos até 31 de janeiro de 2027.

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Eleição passa, mas a necessidade de transparência na saúde fica. Cada contrato investigado tem um efeito que vai além dos papéis: pode significar mais ou menos estrutura, remédio e cuidado para a população.

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