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Senador busca entender como presos controlam redes criminosas — e onde o dinheiro entra e sai 🔎💸

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Alessandro Vieira quer ouvir agentes penitenciários para entender como detentos mantêm controle financeiro de redes criminosas 🔍🧵 Esta CPI pode revelar não só comandos internos, mas fluxos de dinheiro, serviços e tecnologia que mantêm operações mesmo atrás das grades.

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Por que isso é assunto de finanças? Prisões não são ilhas: celulares, contas bancárias, cartões pré-pagos, remessas e até cripto podem sustentar estruturas externas. Pergunta-chave: como o dinheiro entra, circula e volta pro líder encarcerado?

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Falhas de compliance em bancos e fintechs facilitam canais: contas fantasmas, identificações fracas (KYC) e transfers sem rastreio. A CPI deve checar onde estão as brechas regulatórias — e se provedores financeiros cumprem regras de AML.

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Há também economia informal dentro e em volta dos presídios: cadeias de fornecedores, contratos de serviços, e até trabalho carcerário. Quem lucra com isso? Transparência nos contratos públicos e proteção dos direitos trabalhistas são essenciais.

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Outra linha crítica: telecom fora de controle. Redes clandestinas de comunicação dentro de unidades possibilitam coordenação financeira. A solução não é só tecnologia antitelefone, mas regulação, auditoria e políticas de reinserção que reduzam o mercado do crime.

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Reflexão final: investigar os agentes e as rotas financeiras é investigar a economia do crime. Se a CPI focar apenas em cenas e nomes, perde o ponto essencial — cortar o fluxo financeiro é cortar poder. Sem isso, o problema volta a crescer.

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