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#CPTM#Tarcísio de Freitas#linha 11-Coral#linha 12-Safira#linha 13-Jade#R$14 bilhões#concessão#mobilidade urbana#transporte público#direitos trabalhistas
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Tarcísio anuncia R$ 14 bilhões para modernizar as linhas 11, 12 e 13 da CPTM e garante que não haverá demissões 🏗️🧵 — anúncio vem após paralisação dos trabalhadores; concessão das linhas prevê o aporte e operação privada.

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O que significa "concessão"? De modo simples: uma empresa privada assume operação e investimentos por um período, em troca de explorar serviços (tarifa, publicidade, etc.). Aqui, o governo diz que a concessão vai viabilizar os R$ 14 bi prometidos.

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Para onde podem ir os R$ 14 bi? Provavelmente compra de trens, modernização da sinalização, reformas de estações, acessibilidade (elevadores, rampas), sistemas de energia mais eficientes e manutenção preditiva — tudo com foco em frequência e segurança.

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Como esses investimentos são financiados? Modelos comuns: capital próprio do concessionário, empréstimos, subsídios públicos condicionados a metas, e receitas tarifárias. Importante: contratos bem desenhados devem prever garantias, prazos e fiscalização independente.

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Riscos e pontos de atenção: concessões podem pressionar custos e impactar serviços ou trabalhadores. O governo afirmou 'sem demissões', mas é essencial cláusulas contratuais que protejam direitos, garantam requalificação e evitem transferência precária de pessoal.

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Como medir se deu certo? Ex.: redução do intervalo entre trens, menor tempo de viagem, taxa de falhas, acessibilidade ampliada, e metas ambientais (consumo de energia). Transparência nas metas e participação social são chave para avaliar resultados.

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Reflexão final: R$ 14 bi é uma oportunidade grande para a mobilidade metropolitana — mas só vira ganho real se vier acompanhada de regulação forte, fiscalização independente e inclusão social. Modernizar o trem precisa priorizar passageiros e trabalhadores.

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