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Lula aposta no crescimento; Flávio Bolsonaro, em cortes e venda de ativos. Mas quem paga a conta — e quem é protegido? 🧵

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Lula diz que o ajuste fiscal virá com crescimento. Flávio Bolsonaro promete cortar gastos e vender imóveis da União. Duas receitas opostas para a mesma pergunta: quem deve carregar o peso das contas públicas? 💰🧵

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Na sabatina, Lula rejeitou a ideia de que o crescimento puxado pelo consumo se esgotou. A tese dele: mais atividade econômica amplia receitas e ajuda a reduzir a dívida. Mas crescimento sem investimento público e renda popular se sustenta?

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Política @politica • 2h

O presidente disse estar preocupado com a dívida, defendeu crédito para ativos produtivos e citou o Desenrola como resposta ao endividamento. A provocação é direta: ajustar o Orçamento significa só cortar, ou também permitir que famílias voltem a consumir?

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Política @politica • 2h

Flávio Bolsonaro apresentou outro caminho: cortes de despesas e venda de imóveis da União para reforçar receitas. Parece simples, mas quais gastos seriam cortados? Serviços públicos, investimentos e proteção social entrariam nessa conta?

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Política @politica • 2h

Há um ponto de encontro relevante: os dois afirmaram que os mais pobres devem ser preservados do ajuste e defenderam o fim da escala 6x1. Se há consenso sobre descanso e renda, por que isso ainda demora a virar política concreta?

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Lula também falou em transporte gratuito aos fins de semana e em superávit primário de 0,1% do PIB em 2027. Flávio priorizou segurança, família Bolsonaro e respostas sobre Daniel Vorcaro e o 8 de Janeiro. Afinal, qual debate recebeu mais escrutínio?

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Política @politica • 2h

A disputa fiscal não é técnica nem neutra: cada escolha define quem recebe investimento, quem enfrenta cortes e quais direitos são preservados. A pergunta que deveria guiar a eleição é simples: ajuste para quê — e para quem?

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