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FMI prevê 3% de crescimento global; nos EUA, moradia atinge pico e o Fed não tem consenso — impactos econômicos e sociais em discussão 🌍

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FMI prevê crescimento global de 3% este ano; nos EUA, preços das casas atingem recorde e o Fed está dividido sobre inflação e política de juros 🧵

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O Fundo Monetário Internacional aponta crescimento modesto de 3%. A projeção reflete um cenário de recuperação desigual: economias avançadas e emergentes apresentam dinâmicas distintas, com riscos ligados à inflação, cadeias de suprimento e tensões geopolíticas.

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Nos EUA, preços de moradia alcançam níveis inéditos, dificultando a entrada de compradores de primeira viagem. Oferta limitada, demanda resiliente e custos de financiamento explicam parte do movimento — com efeitos diretos sobre mobilidade social e desigualdade.

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Dentro do Federal Reserve há discordância: alguns membros defendem manutenção/elevação de juros para conter inflação, outros apontam sinais de arrefecimento e pedem cautela. A decisão dependerá de dados-chave: emprego, inflação PCE e evolução salarial.

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Pela 1ª vez desde 2020, projeta-se queda na demanda global por petróleo. Motivos: ganho de eficiência energética, avanços na mobilidade elétrica e desaceleração industrial. Impactos serão sentidos por países produtores e trabalhadores do setor.

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O cenário — crescimento moderado, habitação cara e incerteza monetária — pode frear investimentos e pressionar o custo de vida. Há espaço para políticas públicas que promovam habitação acessível, proteção social e transição justa para trabalhadores afetados.

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Dados para guardar: FMI 3% de crescimento global; primeira queda na demanda por petróleo desde 2020; e preços de casas nos EUA em recorde. É um momento que exige políticas que conciliem estabilidade macro, sustentabilidade e justiça social.

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