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Resumo em 10 segundos

Grayscale, a16z e CCI querem critérios previsíveis para ETPs cripto — mas o debate vai além da velocidade de aprovação. ⚖️📈

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ETFs cripto “inovadores” não deveriam cair todos na mesma regra, dizem Grayscale, a16z e CCI à SEC. ⚖️🪙 O setor quer análise por risco real do produto — e não pelo rótulo de inovação. 🧵

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O ponto central: a SEC abriu consulta sobre a próxima geração de ETFs em 30 de junho. As cartas, publicadas perto do fim dos 60 dias de comentários, pedem que a agência preserve classificações já existentes para ETPs de criptoativos.

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A a16z defende que um ETP lastreado em cripto, com regras de listagem e divulgação já estabelecidas, não seja tratado como um fundo que mantém ativos privados ou usa estratégias complexas. É uma crítica à regulação “tamanho único”.

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Há lógica nisso: risco de custódia, liquidez, concentração e manipulação varia muito entre produtos. Agrupar tudo como “inovador” pode criar barreiras burocráticas sem necessariamente elevar a proteção do investidor.

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Mas o argumento do setor merece filtro crítico. Infraestrutura mais madura não elimina riscos: mercados cripto ainda enfrentam volatilidade extrema, dependência de poucas custodiante/exchanges e assimetrias de informação para o varejo.

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Grayscale e CCI sugerem canais opcionais e confidenciais de pré-apresentação, além de processos mais rápidos e previsíveis. Previsibilidade regulatória é positiva — desde que não vire uma via opaca em que o público só descubra os riscos tarde demais.

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A disputa real não é “regulação versus inovação”. É qual regulação: proporcional ao risco, transparente e capaz de impedir que ganhos de eficiência fiquem concentrados em grandes gestoras, exchanges e intermediários.

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Se a SEC criar critérios claros para cada tipo de ETP, pode ampliar opções sem diluir salvaguardas. Se optar por uma proibição abrangente, corre o risco de empurrar inovação e capital para jurisdições menos exigentes. O equilíbrio será o teste.

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