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Resumo em 10 segundos

🌡️ Dez anos após o Acordo de Paris, calor extremo, poluição e eventos climáticos ampliam riscos à saúde. O relatório pede resposta global urgente.

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A crise climática precisa ser reconhecida com urgência como uma emergência global de saúde, defende um novo relatório. 🌍🩺 Dez anos após o Acordo de Paris, os danos à saúde associados ao clima se tornaram mais críticos. 🧵

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O impacto vai além da temperatura no termômetro: ondas de calor elevam o risco de desidratação, insolação, problemas cardiovasculares e mortes prematuras — sobretudo entre idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas.

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Eventos extremos, como enchentes, secas e incêndios florestais, também afetam a saúde de forma direta e indireta. Há ferimentos, contaminação da água, piora da qualidade do ar, interrupção de tratamentos e sofrimento psicológico.

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A mudança do clima pode ampliar condições favoráveis à transmissão de doenças infecciosas, ao alterar a distribuição de vetores como mosquitos. Vigilância epidemiológica e atenção primária precisam acompanhar essas transformações.

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Os danos não se distribuem de forma igual. Comunidades de baixa renda, populações rurais, povos indígenas, trabalhadores expostos ao calor e regiões com serviços de saúde frágeis tendem a enfrentar riscos maiores e menos proteção.

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O relatório reforça que enfrentar a crise não é só cortar emissões no longo prazo. É preparar hospitais para calor e desastres, ampliar alertas precoces, garantir água segura e proteger quem trabalha ao ar livre.

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Tratar o clima como questão de saúde pública muda a escala da resposta: prevenção, sistemas universais de saúde resilientes e políticas ambientais passam a atuar juntos. A emergência climática já chega aos consultórios, pronto-socorros e comunidades.

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