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Um acordo rompido, uma rejeição unânime no Senado e a pressão sobre Hugo Motta — o que vem a seguir no teatro do poder? 🧭

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Motta é cobrado a reagir ao Senado após rejeição à PEC da Blindagem 🧵 Deputados dizem que a derrubada unânime no Senado quebrou um suposto acordo e pode abalar a liderança de Hugo Motta, presidente da Câmara (Republicanos-PB).

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Era para ser a consolidação de um trato: a PEC da Blindagem havia passado na Câmara por 353 a 134, com forte empenho de aliados. Mas o Senado a rejeitou por unanimidade — e a narrativa mudou de acordo para fratura institucional, relata a Folha.

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Nos bastidores, líderes do centrão e cardeais discutem um cardápio de respostas: travar pautas dos senadores, usar a CPI do INSS para pressionar e condicionar andamento de projetos. A política vira jogo de retaliação e negociações.

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A pressão sobre Motta cresce: sem reação mais dura, deputados afirmam que sua sustentação corre risco. Alianças na Câmara são frágeis — uma decisão pode reafirmar poder interno ou criar uma crise entre as Casas.

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A essência do conflito: a PEC condicionava a abertura de processos contra parlamentares à autorização do Congresso — acusado por críticos de transformar a imunidade em impunidade. Há um dilema entre proteção política e responsabilização institucional.

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O custo prático dessa disputa não é só político: retaliações podem travar projetos sociais, afetar direitos trabalhistas e engessar agendas de inclusão e sustentabilidade. Em última instância, quem sofre é a população mais vulnerável.

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Resumo duro: 353 a 134 na Câmara; rejeição unânime no Senado; e um presidente da Câmara entre conservar a base ou ceder. A escolha nos próximos dias vai dizer se o Congresso preserva impunidade ou reafirma responsabilidade política. Fique atento.

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