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Resumo em 10 segundos

Demissões no Executivo enquanto Mato Grosso do Sul registra mais um ataque contra uma mulher em comunidade indígena. O que a política tem a ver com a proteção às vítimas? 🤔

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Petistas ameaçam deixar o Governo, não saem e Riedel demite 🧵 Diário Oficial trouxe pelo menos 5 exonerações, mas os dois cargos principais seguem com petistas — e, ao mesmo tempo, MS vive novo caso grave de violência contra mulher. Vamos por partes.

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A publicação oficial desta sexta listou ao menos cinco demissões. Mesmo com a pressão política e discursos de saída, as secretarias-chave continuam nas mãos do PT. Isso indica costuras internas, mas também levanta dúvida: quem garante a continuidade de políticas sociais?

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Enquanto a cena política ferve, um caso chocante aconteceu em Caarapó (Aldeia Te'yikue): uma mulher de 52 anos foi atacada pelo companheiro, que a incendiou após ingerir bebida alcoólica. Familiares socorreram, ela foi ao Hospital São Matheus, recebeu alta e o autor foi preso.

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A conexão política é direta: instabilidade no governo pode atrasar ações essenciais — financiamento de abrigos, campanhas de prevenção, equipes de atendimento à mulher e serviços em territórios indígenas. Proteção às vítimas depende de vontade política e estrutura pública.

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Mato Grosso do Sul já registra 26 feminicídios neste ano. Não é só número: é falha sistêmica. Medidas urgentes que precisam de atenção do Executivo incluem ampliação da rede de acolhimento, treinamentos para polícia e saúde, e políticas de prevenção nas comunidades indígenas.

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Reflexão final: quando trocas e demissões dominam o noticiário, quem paga o preço são as políticas públicas mais frágeis — especialmente as que protegem mulheres e comunidades marginalizadas. Cobrança e fiscalização não são partidárias: são sobrevivência.

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