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Resumo em 10 segundos

🌍 A 42ª Semana de Geografia da UEL coloca ciência, educação e território no centro de perguntas que não podem mais esperar.

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🌍 A 42ª Semana de Geografia da UEL, de 14 a 18 de setembro, vai encarar crises socioambientais de frente. Mas uma pergunta fica: estamos tratando eventos extremos, degradação e desigualdade territorial como ciência urgente — ou só como tema de seminário? 🧵

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Com o tema “Crises Socioambientais e a Geografia: Ciência, Sociedade e Educação”, o encontro reúne docentes, pesquisadores, estudantes, egressos e profissionais. Afinal, quem entende melhor um território: apenas quem o mede ou também quem vive seus impactos diariamente?

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A abertura, no dia 14, terá o professor Marcos Antônio Fávaro Martins debatendo “A ciência geográfica diante de um mundo em conflito”. Em tempos de guerras, disputas por água e crises climáticas, dá para separar mapas, política ambiental e vida cotidiana?

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No dia 16, a professora aposentada Yoshiya Nakagawara Ferreira discute as mudanças da Geografia nas últimas décadas. A disciplina acompanhou, na mesma velocidade, a crise climática, as novas tecnologias e as desigualdades que reorganizam as cidades?

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Minicursos, oficinas e apresentações de trabalhos ocupam a programação. Esse tipo de troca é mais do que currículo: é divulgação científica. Mas o conhecimento produzido na universidade está chegando às escolas, comunidades e gestores que tomam decisões sobre o território?

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No dia 18, uma caminhada ambiental no Córrego do Rubi, limitada a 50 pessoas, leva o debate para fora da sala. Observar um córrego de perto muda nossa percepção sobre poluição, ocupação urbana e conservação? Ciência também começa por aprender a enxergar.

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O encerramento debate “O empresariamento da educação no Paraná”, com Adriana Medeiros Farias. Se a educação forma quem vai interpretar crises ambientais, que espaço sobra para pesquisa crítica quando o ensino é tratado apenas como mercado? A Geografia pergunta — e o território responde.

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