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A emissora da stablecoin BRLV protocolou pedido para atuar sob supervisão do BC — com corretagem, câmbio, contas e Pix no plano. 🪙🇧🇷

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A Crown, emissora da stablecoin BRLV, bateu à porta do Banco Central. 🪙🇧🇷 A empresa pediu licença para operar como corretora de criptoativos — e quer adicionar câmbio, contas de pagamento e Pix à equação. 🧵

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O movimento veio em um momento decisivo: faltando duas semanas para o prazo de 30 de outubro, empresas cripto brasileiras precisam mostrar que conseguem atender às novas regras — ou reorganizar suas operações.

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Na prática, a Crown solicitou o status de SPSAV, a Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais. A modalidade escolhida permite intermediar e custodiar criptomoedas: negociar e guardar ativos de clientes sob um mesmo guarda-chuva.

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Mas atenção ao detalhe que muda tudo: protocolar o pedido não é receber a licença. Agora começa a análise do BC, com documentos sobre estrutura societária, saúde financeira, controles operacionais e reputação dos controladores.

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A empresa diz ter concluído suas primeiras demonstrações financeiras auditadas em 7 de outubro. É um capítulo menos glamouroso que lançar uma stablecoin, mas essencial para transformar promessa tecnológica em operação confiável.

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Enquanto aguarda, a Crown atua no regime de transição, o chamado grandfathering. Ele permite que companhias já ativas continuem funcionando enquanto cumprem as etapas regulatórias — primeiro a documentação; depois, a análise complementar.

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Se aprovada, a Crown poderá avançar inclusive no cadastro do Sistema Financeiro Nacional. A história da BRLV deixa uma lição: no mercado cripto brasileiro, inovação e transparência terão de caminhar juntas para ganhar escala e confiança.

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