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Resumo em 10 segundos

A CSN queria até R$ 15 bilhões, mas as propostas teriam ficado perto de R$ 10 bilhões. Quem está precificando certo? 🏗️💰

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A CSN quer vender sua unidade de cimento por até R$ 15 bilhões. Mas as ofertas iniciais teriam ficado perto de R$ 10 bilhões. 🏗️💰 Quem está errado nessa conta: a empresa ou o mercado? 🧵

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A distância não é pequena: R$ 5 bilhões separam a expectativa inicial da CSN dos lances reportados. Depois, a meta teria caído para pelo menos R$ 12 bilhões. Isso é negociação normal — ou um sinal de pressão?

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Na disputa seguem nomes de peso: a chinesa Huaxin e um consórcio entre Votorantim Cimentos e a italiana Cementir, segundo fontes ouvidas pela Reuters. Mas até onde a concentração no setor pode avançar sem afetar concorrência?

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Para a CSN, não é só uma venda: o dinheiro serviria para reforçar o caixa e reduzir dívida. Se ninguém chegar ao preço desejado, vender barato resolve o problema financeiro — ou cria outro para os acionistas?

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E há um dilema estratégico: insistir em R$ 12-15 bi pode atrasar o desinvestimento. Aceitar algo próximo de R$ 10 bi pode acelerar a desalavancagem. Qual custo pesa mais numa empresa endividada: esperar ou ceder?

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O negócio ainda mexe com infraestrutura. A CSN contratou Bradesco BBI e Citi para vender participação minoritária em logística e infraestrutura. Estaria a companhia redesenhando o grupo para sobreviver melhor a um ciclo mais duro?

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Em mercados de capital intensivo, preço não é só um número: depende de juros, demanda, capacidade das fábricas e expectativa de obras. A pergunta central é simples: R$ 10 bilhões subestima a CSN Cimentos — ou R$ 15 bilhões era otimismo demais?

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