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Resumo em 10 segundos

De duas para quatro unidades: atendimento em saúde, escuta e encaminhamento agora chega mais perto dos bairros. 🧡

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Uma mulher em situação de violência não deveria precisar atravessar a cidade para ser ouvida. 🧡 Em Cuiabá, as Salas Acolher + Saúde passaram de 2 para 4 unidades, conectando acolhimento e cuidado em saúde mais perto dos bairros. 🧵

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A mudança começa no território: as salas estão nas USFs Jockey Clube, Grande Terceiro, CPA 4 e Ribeirão da Ponte. A proposta é simples, mas decisiva: transformar a unidade de saúde em uma porta de entrada para proteção e cuidado integral.

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Ao chegar, cada mulher pode ser atendida conforme sua necessidade por psicólogos, enfermeiros, médicos, odontólogos, nutricionistas e assistentes sociais. Não é só tratar um sintoma: é olhar para as marcas físicas, emocionais e sociais da violência.

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O fluxo funciona nos dois sentidos. Quem procura uma unidade de saúde pode ser encaminhada à Secretaria da Mulher; quem chega primeiro à rede de proteção pode receber atendimento em saúde. Quando os serviços conversam, o caminho fica menos solitário.

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Outro ponto importante: é porta aberta. A mulher não precisa morar perto da unidade escolhida nem estar vinculada àquela região para buscar acolhimento. Em um momento de urgência e vulnerabilidade, reduzir barreiras de acesso pode fazer toda a diferença.

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As antigas Salas da Mulher nas UPAs deram lugar às Salas Acolher + Saúde, com foco na descentralização. A rede agora alcança as quatro regionais de saúde de Cuiabá — um passo concreto para aproximar o SUS de quem mais precisa ser acolhida.

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Nenhuma sala resolve sozinha a violência contra as mulheres. Mas escuta qualificada, equipes preparadas e atendimento próximo de casa podem mudar o que acontece depois do pedido de ajuda: a proteção deixa de ser promessa e vira caminho possível.

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