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Resumo em 10 segundos

Mesmo no inverno, mutirões e agentes na rua — uma história de prevenção, trabalho comunitário e cuidado 🦟💪

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Curitiba confirma 1.531 casos de dengue no ano — 488 importados e 1.043 autóctones 🦟🧵 Enquanto muitos imaginam a dengue só no verão, a cidade segue em alerta e mantém mutirões mesmo no inverno.

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Pense numa agente chamada Maria: ela percorre quarteirões, conversa com vizinhos, aponta vasos e ensina a tampar caixas d'água. É esse contato de porta em porta que transforma estatística em prevenção humana — e é por onde a história começa.

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Neste mês as equipes da Secretaria de Saúde e da SMMA vão ao Boqueirão e Boa Vista. No Boqueirão o mutirão começa no entorno da Unidade de Saúde Hauer (16 quarteirões): avisos 8-10/10 e recolhimento dia 13/10. Depois vem Xaxim e São Pedro (19 quarteirões).

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A operação é coordenada pelos distritos sanitários e conta com agentes de endemias, caminhões de coleta e equipes de limpeza. Não é só varrer a rua: é diálogo, logística e proteção aos trabalhadores que estão na linha de frente.

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Por que não relaxar no inverno? O Aedes aegypti encontra criadouros em pequenos recipientes, caixas d'água e lixo acumulado. O mutirão limpa, recolhe materiais e orienta — ações simples que evitam novos focos e salvam vidas.

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Há também um aspecto social: garantir que bairros mais vulneráveis recebam atenção é reduzir desigualdade em saúde. Integração Saúde + Meio Ambiente mostra como políticas públicas e planejamento urbano podem democratizar prevenção.

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Reflexão final: 1.043 casos autóctones lembram que a luta contra a dengue é cotidiana — exige ação pública, agentes bem apoiados e comunidade envolvida. Mutirões são marcos, mas a proteção é diária, bairro a bairro.

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