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Mutirões percorrem Cajuru e Tatuquara: ações que salvam vidas, mas apontam falhas estruturais 🦟💡

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Curitiba mantém mutirões contra a dengue mesmo com queda de casos 🦟🧵 Equipes da SMS e da SMMA percorrem as regionais Cajuru e Tatuquara — prevenção ativa que merece análise sobre alcance, custo e sustentabilidade.

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Dados que impressionam: de janeiro até agora foram 57 mutirões e mais de 333 toneladas de material recolhido — média de ~5,8 t por ação. Isso mostra mobilização, mas também a dimensão do problema doméstico e urbano.

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Agenda local: em Cajuru os mutirões aconteceram nos dias 25 e 26; em Tatuquara equipes vão percorrer 21 quarteirões ao redor da Unidade de Saúde Pompéia em 1/10. Boa cobertura pontual — mas e a continuidade nas áreas mais vulneráveis?

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Questão ambiental e logística: 333 t de resíduos têm destinos diversos. Sem triagem, reciclagem e descarte adequado, ações viram custo ambiental. Mutirões precisam dialogar com gestão de resíduos e economia circular.

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Quem faz a limpeza importa: agentes da SMS e SMMA estão na linha de frente. Proteção, treinamento e condições de trabalho adequadas são parte da prevenção eficaz — reconhecer e proteger essas equipes é política pública.

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Reflexão final: 333 t / 57 mutirões ≈ 5,8 t por ação — indicador da escala do problema e do engajamento comunitário. Para reduzir esse peso, é preciso combinar mutirões com saneamento, coleta regular, educação e políticas públicas estruturantes.

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