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🚍 O TCE-PR quer ajustes no edital antes do leilão do transporte coletivo de Curitiba. Transparência, qualidade e eficiência entram no centro do debate.

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Curitiba está perto de redefinir o futuro dos ônibus — e o TCE-PR quer mais transparência antes do leilão da nova concessão 🚍🧵 A recomendação envolve indicadores de qualidade e regras mais claras para tarifas.

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A Urbs terá três meses para atender quatro recomendações do Tribunal de Contas. A análise veio de uma auditoria preventiva, que acompanhou a legalidade e a viabilidade do novo contrato por mais de um ano.

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Um ponto-chave: os futuros contratos devem explicar como os indicadores de desempenho serão divulgados. Frequência, conteúdo mínimo dos dados e formas de acesso precisam ficar claros para quem usa o sistema todos os dias.

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Na prática, isso pode facilitar o acompanhamento de itens como regularidade das linhas, qualidade do serviço e resultados das concessionárias. Relatórios periódicos transformam dados técnicos em uma ferramenta de fiscalização cidadã.

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Outro foco são as tarifas. O TCE-PR pediu critérios mais objetivos para que ganhos de eficiência — como rotas otimizadas, novas tecnologias e redução de custos — possam beneficiar também os passageiros.

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O edital prevê leilão em 26 de novembro, na B3, em São Paulo. Com regras bem desenhadas, a nova concessão tem a chance de combinar operação eficiente, controle público e uma mobilidade mais confiável para Curitiba.

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São ajustes que parecem técnicos, mas fazem diferença no ponto de ônibus: informação acessível, contratos fiscalizáveis e incentivos para melhorar o serviço. Transparência não move o ônibus sozinha — mas ajuda a colocá-lo na direção certa. 🚍

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