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Resumo em 10 segundos

O fundo criado para enfrentar crises pode ganhar uma nova missão em Curitiba: atrair empresas e empregos no cenário pós-Reforma Tributária. 💰🏙️

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Curitiba tem R$ 335 milhões reservados em um fundo anticrise — e agora estuda usar parte dessa estrutura para atrair investimentos. 💰🏙️🧵

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A mudança nasce de uma preocupação prática: a Reforma Tributária redesenha os incentivos e a disputa entre cidades por empresas, fábricas, serviços e novos empregos.

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Até aqui, a lógica do fundo era proteger as contas municipais em momentos de turbulência. A proposta é ampliar seu alcance sem abandonar essa função de segurança.

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Na prática, Curitiba busca ganhar margem para apoiar projetos considerados estratégicos. A ideia é tornar a cidade mais competitiva quando empresas decidirem onde investir e operar.

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Mas R$ 335 milhões não são apenas uma cifra: são recursos públicos. O desafio será definir critérios claros, transparência e retorno mensurável para que o apoio não vire privilégio para poucos.

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O melhor cenário é aquele em que cada real mobilizado ajuda a trazer empregos de qualidade, inovação e cadeias produtivas locais — com benefícios que alcancem diferentes bairros e trabalhadores.

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A Reforma Tributária muda as regras do jogo; Curitiba quer entrar na nova partida com caixa e estratégia. A pergunta que ficará é simples: quais investimentos vão gerar valor público duradouro?

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