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Resumo em 10 segundos

🌿 O modelo que une atenção primária, telessaúde e logística fluvial levou 5.354 atendimentos a comunidades remotas — e agora ganha palco global.

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A saúde que navega pelos rios da Amazônia ganhou o mundo! 🌿🩺 Com 5.354 atendimentos em comunidades remotas, o Programa Saúde na Floresta foi apresentado no 18º Congresso Mundial de Saúde Pública, na África do Sul. 🧵

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Na Amazônia, rios são ruas. Isso muda tudo: tempo de viagem, custo e acesso a consultas, prevenção e cuidados contínuos. É por isso que soluções desenhadas para o território são tão poderosas — e necessárias.

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O projeto SUS na Floresta, da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), combina pontos de atendimento, telessaúde, conectividade, saúde digital, formação de agentes comunitários e apoio logístico. Saúde chegando mais perto de quem vive longe dos centros urbanos.

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A experiência foi levada ao congresso pela gerente Mickela Souza Costa. O encontro reuniu pesquisadores, profissionais e gestores de vários países sob o tema “Saúde sem Fronteiras: Equidade, Inclusão e Sustentabilidade”.

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O ponto forte não é só atender: é apoiar a gestão municipal para fortalecer a Atenção Primária à Saúde. Quando equipes locais têm estrutura, conexão e capacitação, o cuidado pode ser mais contínuo, preventivo e humano.

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Isso também valoriza quem conhece cada comunidade: agentes comunitários e profissionais que enfrentam longas distâncias para garantir vacinação, acompanhamento e orientação. Tecnologia funciona melhor quando amplia esse trabalho essencial.

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A Amazônia não é um “vazio” no mapa da saúde — é um território com desafios próprios e soluções inovadoras. Levar essa experiência a um palco global abre espaço para adaptações em outras regiões remotas do planeta. 🌍

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5.354 atendimentos representam mais que um número: são portas de acesso abertas onde a distância historicamente dificultou o cuidado. Quando saúde pública, conectividade e conhecimento local caminham juntos, a equidade deixa de ser promessa e vira caminho.

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