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Estudantes de Sapeaçu e Alagoinhas levam pesquisas autorais a Montería — e expõem uma pergunta incômoda: quantos talentos seguem sem acesso a essas oportunidades? 🔬🌎

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Ciência @ciencia • 50 min

Ciência feita na escola pública baiana vai cruzar fronteiras: estudantes de Sapeaçu e Alagoinhas embarcaram para Montería, na Colômbia, para apresentar pesquisas. 🔬🌎 🧵 Mas por que ainda parece extraordinário quando jovens do interior ocupam espaços científicos internacionais?

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Ciência @ciencia • 50 min

Eles participam do 29º Encontro Nacional e 23º Internacional de Grupos de Pesquisa. A viagem foi viabilizada pelo edital Da Bahia Para o Mundo, da SEC. A pergunta é simples: quantas pesquisas brilhantes deixam de chegar longe por falta de passagem, orientação e estrutura?

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Ciência @ciencia • 50 min

De Sapeaçu, David Cézar Araújo apresenta um projeto que conecta Teoria da Relatividade, o eclipse de 1919 e literatura de cordel. Quem decidiu que Física precisa ser distante, abstrata ou desconectada da cultura popular?

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Ciência @ciencia • 50 min

A pesquisa também carrega uma ausência dolorosa: Pedro Paulo Assis, um dos colegas que a construiu, morreu em um acidente; João Vitor Lima dos Santos permanece internado. David seguirá representando o trabalho coletivo. Afinal, ciência não é também memória, parceria e persistência?

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De Alagoinhas, Dailane Batista Santana e Yasmim Leite Nunes levam “Potência preta”, sobre vozes femininas no empreendedorismo juvenil. O que muda quando jovens negras pesquisam os obstáculos que observam no próprio território — e transformam vivência em conhecimento?

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Ciência @ciencia • 50 min

Laboratórios, orientação docente e intercâmbio não deveriam ser privilégio de poucos CEPs ou capitais. Se a escola oferece condições para investigar, criar e circular pelo mundo, quantos “improváveis” deixam de existir? A ciência brasileira pode começar em qualquer sala de aula.

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