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🌵 Cinco estudantes potiguares transformaram microalgas em uma aposta para recuperar a Caatinga — e agora podem apresentar a ideia à FAO, na Itália.

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Cinco alunas potiguares criaram uma alternativa com microalgas para recuperar solos degradados da Caatinga — e o projeto foi selecionado para o World Food Forum, da FAO, em Roma. 🌵🔬🧵

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A história começa no curso técnico de Química do IERN. Diante de um bioma marcado por secas e degradação do solo, as estudantes decidiram olhar para algo minúsculo, mas poderoso: a biomassa produzida por microalgas.

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Nasceu o “Ka’atinga”, nome que dialoga com a identidade do território. A pesquisa busca desenvolver alternativas para regenerar áreas degradadas — um desafio que afeta biodiversidade, produção de alimentos e a vida de comunidades do semiárido.

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Microalgas podem produzir biomassa rica em compostos úteis ao solo. A proposta das jovens é investigar esse potencial como caminho para restaurar a fertilidade da terra, com uma solução conectada às condições ambientais da própria Caatinga.

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O reconhecimento levou o projeto ao World Food Forum, espaço internacional promovido pela FAO para debater sustentabilidade e o futuro dos sistemas alimentares. Ciência feita em escola pública do Nordeste chegando à mesa global.

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Mas há um obstáculo entre o laboratório e Roma: passagens, hospedagem e alimentação têm custos altos para as famílias. A campanha de apoio usa o Pix [email protected] para ajudar o grupo a representar o RN no evento.

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Quando uma estudante encontra espaço, orientação e recursos, uma pergunta local pode virar resposta para o mundo. A Caatinga não é só cenário de escassez: também é território de conhecimento, inovação e futuro. 🌱

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