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Resumo em 10 segundos

🌳📚 Uma árvore amazônica, modelos matemáticos e saberes sobre povos originários mostram como a pesquisa de Roraima está ampliando fronteiras.

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Uma castanheira amazônica virou livro, chegou à final do Jabuti Acadêmico e ajuda a contar uma história muito maior: a ciência produzida em Roraima está conectando biodiversidade, matemática e direitos dos povos originários. 🌳🔬🧵

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O livro “Castanheira: uma gigante amazônica” ficou entre os 5 finalistas do Prêmio Jabuti Acadêmico 2026 em Ilustração e Infografia — e entre os 10 semifinalistas em Ciências Biológicas, Biodiversidade e Biotecnologia.

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Mas por que estudar essa árvore importa? A castanheira-da-amazônia (Bertholletia excelsa) não é só fonte da castanha consumida no Brasil e no exterior. Ela sustenta relações ecológicas, atividades extrativistas, renda e modos de vida na Amazônia.

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A obra reúne biologia, ecologia, conservação, manejo e aspectos econômicos e sociais. Em linguagem simples: explica como a espécie vive, interage com outros organismos, é coletada e chega ao mercado — incluindo cuidados necessários com toxinas.

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O livro foi editado pela Embrapa Roraima e escrito por Patricia Costa, Carolina Volkmer de Castilho, Will Cavalcante e Marcos José Salgado Vital, ligados ao PELD-FORR/UFRR. Will também assina as ilustrações finalistas do prêmio. 🎨

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A edição do Pesquisa & Inovação também destaca uma pesquisa em Matemática Aplicada apresentada no principal congresso mundial da área e uma obra que propõe outra perspectiva jurídica sobre os direitos dos povos indígenas.

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Essa combinação é poderosa: modelos matemáticos criam novos métodos para entender problemas; a biologia ajuda a conservar a Amazônia; e o debate jurídico reconhece participação social e autodeterminação dos povos originários.

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Ciência não vive só em laboratórios: ela também pode estar numa floresta, numa ilustração bem-feita, em conhecimentos compartilhados e em políticas de conservação. Quando chega ao público, a pesquisa ganha mais força para proteger o que importa. 🌎

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