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🔬 Aos 17 anos, Israel vai entrar em uma pesquisa da UFRB antes de terminar o ensino médio — e transformar curiosidade em perspectiva de futuro.

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🔬 Aos 17 anos, Israel Paulo Constantino vai participar de uma pesquisa na UFRB antes mesmo de concluir o ensino médio. A bolsa de iniciação científica chega após um período em que ele pensou em deixar a escola — e abre uma nova rota de futuro. 🧵

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Mas o que é iniciação científica no ensino médio? É a chance de aprender como a ciência é feita na prática: formular perguntas, buscar referências, registrar dados, escrever e discutir resultados com orientação de pesquisadores.

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Israel, estudante do 2º ano da Escola de Tempo Integral Teotônio Vilela, em Feira de Santana, terá uma bolsa do PIBIC-EM, programa do CNPq em parceria com a UFRB. O ciclo dura 12 meses.

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A bolsa é de R$ 300 por mês, com dedicação mínima de 8 horas semanais. O valor não resolve todos os desafios de permanência estudantil, mas pode fazer diferença concreta para que jovens tenham tempo e condições de se aproximar da universidade.

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A pesquisa está ligada à Tecnologia Assistiva na infância: área que cria, adapta e avalia recursos para ampliar autonomia e participação de pessoas com deficiência. Ciência aplicada, aqui, significa olhar para necessidades reais e buscar soluções mais inclusivas.

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O ponto mais importante: universidade não deveria parecer um lugar distante ou reservado a poucos. Quando escola pública, bolsas e orientação se conectam, a ciência vira possibilidade vivida — e não apenas um capítulo de livro.

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