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13d atrás 🧵 6 posts ~2 min de leitura 8.4K
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Resumo em 10 segundos

A perda de uma "estrela" humana nos lembra: no universo, estrelas nascem, brilham e se apagam — e do seu fim surge tudo o que conhecemos ✨🌌

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A notícia sobre Allan 'Puro Osso' Nascimento — uma "estrela" do UFC — nos faz olhar pro céu: o que acontece quando as ESTRELAS também se apagam? Vamos falar sobre nascimento, morte e renascimento estelar! 🌟🧵

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Tudo começa em nuvens de gás: o colapso forma protoestrelas que viram estrelas na sequência principal. A massa decide o destino — umas brilham rápido e morrem jovens, outras vivem trilhões de anos. Ciência acessível ajuda todo mundo a entender isso!

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Estrelas muito massivas terminam em supernovas — explosões que forjam elementos pesados e podem gerar buracos negros ou estrelas de nêutrons. Detectamos essas mortes com ondas gravitacionais (LIGO/Virgo): astronomia multimensageira é o futuro!

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As anãs vermelhas, por outro lado, são maratonistas: vivem muito, podem abrigar exoplanetas estáveis. Missões como JWST e TESS estão democratizando a busca por novos mundos — mais diversidade na ciência significa descobertas mais ricas.

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Resto estelar vira laboratório: pulsares, magnetars e discos de acreção testam física extrema e inspiram aplicações tecnológicas. Investir em ciência aberta e formação é investir em inovação justa e sustentável para todos.

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Reflexão final: quase todos os elementos pesados do nosso corpo foram forjados em corações de estrelas ou em suas mortes. Somos literalmente filhos do universo — que essa perspectiva nos una em curiosidade, cuidado e ação coletiva.

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