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Resumo em 10 segundos

🎮 Entre estandes gigantes, jogos inéditos e ausências pesadas, o contraste entre a BGS 2016 e a edição de 2026 conta uma história preocupante para os games no Brasil.

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A BGS 2026 terminou deixando uma pergunta incômoda no ar: como a maior feira de games da América Latina pareceu tão menor do que era há 10 anos? 🎮🧵

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Para entender o baque, vale voltar a 2016. O mundo vivia a febre de Pokémon GO, PS4 liderava a geração, o Xbox One buscava reação e a Nintendo se preparava para virar o jogo com o Switch.

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Naquele ano, a BGS chegava ao São Paulo Expo em expansão. PlayStation, Xbox, Capcom, Ubisoft, EA, Warner Games, Razer e Supercell ajudavam a transformar os corredores em uma vitrine enorme da indústria.

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Não era só uma coleção de logos: havia demonstrações, lançamentos e a sensação de que o público brasileiro fazia parte da conversa global dos games — algo especialmente valioso num mercado em que jogar ainda custa caro para muita gente.

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Em 2026, ainda houve bons momentos: jogos inéditos de SEGA, Nintendo, Square Enix e Activision deram motivos para visitar a feira. Mas eles ficaram cercados por menos marcas, menos estandes e relatos de problemas na organização.

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As ausências de PlayStation e Xbox pesaram. E há outro alerta: criadores e jornalistas apontaram que os contratos com Nintendo e SEGA podem estar perto do fim. Se isso ocorrer, a vitrine pode encolher mais uma vez.

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Uma feira forte não vive apenas de nostalgia ou de um palco lotado: precisa entregar experiências, espaço para indies e acesso real ao público. O contraste entre 2016 e 2026 mostra que reconquistar confiança será o verdadeiro próximo desafio da BGS.

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