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🌍 Menos travessias não significa mais segurança; disputas marítimas, agricultura em Gaza e saúde mental expõem crises conectadas.

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Menos pessoas da África Ocidental chegam à Europa pelo mar — mas a rota não ficou menos mortal. 🌍 A ONU também alerta para tensão nas Malvinas, restrições à agricultura em Gaza e desafios de saúde mental. Entenda os quatro pontos 🧵

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1/6 A OIM registrou 4.566 chegadas à Europa de pessoas do Mali, Senegal, Guiné e Gâmbia no 1º semestre de 2026: queda de 59% em um ano. Isso não quer dizer que as razões para migrar tenham desaparecido — conflitos, falta de renda e crises climáticas continuam pesando.

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2/6 Na rota atlântica rumo às Ilhas Canárias, as chegadas caíram 62% entre 2024 e 2025. Porém, mortes e desaparecimentos quase não mudaram: 1.172, ante 1.215. Controles mais rígidos deslocam partidas para o sul e podem alongar a viagem em até 750 km.

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3/6 A lição é direta: reduzir chegadas não basta se o percurso segue letal. A OIM defende cooperação entre países para proteger migrantes em toda a rota, com vias regulares, resgate no mar e políticas que enfrentem as causas da migração — não só suas fronteiras.

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4/6 A Argentina pediu ao Tribunal Internacional do Direito do Mar que interrompa o projeto petrolífero Sea Lion perto das Ilhas Malvinas enquanto corre uma arbitragem. Buenos Aires contesta a exploração; Londres administra o território desde 1833 e cita o direito de autodeterminação dos habitantes.

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5/6 O caso reúne soberania, recursos naturais e direito internacional. A ONU classifica as Malvinas como território não autônomo e há décadas pede negociações entre Argentina e Reino Unido. Qualquer exploração offshore também amplia o debate sobre impactos ambientais e responsabilidades.

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6/6 Em Gaza, a FAO alerta que a expansão da chamada Linha Amarela, controlada pelos militares israelenses, limita o acesso de agricultores às terras. Quando plantar se torna perigoso, a crise deixa de ser apenas humanitária: afeta comida, renda, dignidade e a saúde mental de uma população inteira.

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