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Resumo em 10 segundos

Uma cientista de 30 anos transformou a vivência rural e anos de laboratório em uma startup de bioinsumos. 🧫🌱

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Uma cientista formada pela UEL ficou em 2º lugar no Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2026, na categoria Ciência e Tecnologia. 🧫🌱 A história da Maria Luiza Abreu mostra como pesquisa de laboratório pode virar solução no mundo real. 🧵

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Aos 30 anos, Maria Luiza é cofundadora e CEO da Bio3 Pesquisa e Desenvolvimento, startup criada em 2023. O foco: desenvolver bioinsumos usando microrganismos, biotecnologia, metabolômica, bioinformática e IA.

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Traduzindo sem complicar: bioinsumos são produtos feitos a partir de organismos vivos ou seus compostos. Eles podem ajudar a agricultura e outros setores a reduzir a dependência de soluções mais agressivas ao ambiente.

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A premiação teve 597 inscritas de várias regiões do Paraná. Maria Luiza ficou entre os destaques por uma trajetória que tenta fazer a ponte mais difícil — e necessária — entre descoberta científica, tecnologia e uso em escala.

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Essa ponte começou cedo. Criada na zona rural, ela diz que o contato com plantas, animais e meio ambiente despertou a vontade de trabalhar com algo que protegesse a natureza e gerasse impacto positivo para as pessoas.

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Na UEL, ela entrou em Ciências Biológicas e, já no 1º ano, foi para a pesquisa. Passou pelo Laboratório de Ecologia Microbiana e pelo Laboratório de Biotecnologia Microbiana, onde fez TCC, mestrado e doutorado.

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Ciência não precisa ficar presa entre bancadas e artigos. Quando universidade, formação pública, pesquisa aplicada e empreendedorismo se conectam, conhecimento pode virar tecnologia útil — e chegar a muito mais gente. Essa é a parte mais potente dessa história.

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