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Resumo em 10 segundos

Dra. Maíra Saboia, tecnologista em robótica do JPL/NASA, mostra como a ciência espacial também pode começar na escola pública. 🚀🧵

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Uma brasileira que trabalha com robôs para exploração planetária na NASA vai conversar com estudantes de Olinda nesta quinta (29). 🚀 A Dra. Maíra Saboia participa da FECITEC 2026, ao vivo no YouTube, das 14h às 16h. 🧵

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Mas o que faz uma tecnologista em robótica no JPL? O laboratório da NASA desenvolve tecnologias para missões espaciais. Na prática, Maíra pesquisa como robôs podem tomar decisões e operar com mais autonomia em ambientes extremos, como outros planetas.

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Isso é essencial porque Marte, por exemplo, está longe demais para receber comandos em tempo real da Terra. Um sinal pode levar vários minutos para chegar. Por isso, robôs exploradores precisam identificar obstáculos, planejar movimentos e agir com segurança.

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A trajetória dela ajuda a tornar esse caminho mais concreto: formada em Engenharia da Computação pela UPE, com mestrado na Unicamp e doutorado na University at Buffalo, Maíra conecta formação brasileira à exploração espacial internacional.

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O encontro reunirá estudantes de cinco escolas de Olinda — Monsenhor Fabrício, Alberto Torres, Lions e Sagrado Coração de Jesus — que poderão fazer perguntas. Não é só assistir: é ter contato direto com quem ajuda a construir missões planetárias.

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A programação também terá Chaianne Nascimento, doutoranda em Química pela UFPE, e Laís Caetano, mestranda em História pela UFPE. A mensagem é didática: ciência espacial não depende de um único talento ou área; ela nasce da colaboração entre muitos saberes.

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Quando meninas negras e jovens de regiões periféricas veem uma cientista brasileira no JPL, o espaço deixa de parecer um lugar distante. Representatividade não substitui investimento em educação, mas amplia quem se sente autorizado a sonhar — e a construir o futuro.

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Toda missão a outro planeta começa muito antes do lançamento: começa em perguntas feitas na escola, em laboratórios e em políticas que sustentem a educação científica. Talvez uma dessas perguntas em Olinda ajude a guiar a próxima geração de exploradores. 🌌

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