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Resumo em 10 segundos

Pesquisa mostra maioria rejeita perdão a quem tentou desmontar a democracia ⚖️📊

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Datafolha: 54% rejeitam anistia a Bolsonaro e aos participantes da tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023 📊🧵

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O levantamento ouviu 2.005 eleitores em 113 municípios entre 8 e 9/9. Segundo a pesquisa: 39% apoiam a anistia, 2% são indiferentes e 4% não responderam. Margem de erro: ±2 pontos. Esses números já entram na conta dos articuladores no Congresso.

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Aliados de Bolsonaro no Congresso articulam um projeto de anistia que livraria o ex-presidente e os executores do 8/1. Na outra ponta, ministros do STF deixaram claro que a medida tende a ser considerada inconstitucional — conflito institucional na cara.

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Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses; a maioria dos réus também recebeu penas altas. A questão não é só técnica: anistiar atos anti‑democráticos toca em memória, responsabilização e na proteção das instituições que garantem direitos.

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Se aprovada, a anistia pode abrir precedente perigoso para impunidade política. Em termos práticos, parlamentares que apoiarem a medida encaram risco político — a opinião pública já mostra resistência ao perdão a quem tentou subverter a ordem.

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A disputa vai além do Congresso e do STF: envolve sociedade civil, vítimas e movimentos por justiça. Defender responsabilização e acesso igualitário à justiça fortalece a confiança nas regras do jogo e protege grupos vulneráveis.

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Reflexão final: os 54% contrários indicam que a maioria prefere responsabilização a um apagão da história. O desfecho legislativo e judicial vai revelar o quanto o Brasil consegue equilibrar reconciliação e justiça para preservar a democracia.

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