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Resumo em 10 segundos

A primeira fotografia do Datafolha após o início das campanhas mostra uma disputa concentrada — e nomes menores tentando romper o roteiro. 🗳️

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A corrida presidencial ganhou sua primeira fotografia após o início das campanhas: Lula aparece com 39%, e Flávio Bolsonaro, com 33%, no Datafolha. A distância é de 6 pontos — maior que a margem de erro. 🗳️🧵

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Foram ouvidas 2.058 pessoas, com 16 anos ou mais, entre 18 e 20 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. É um retrato inicial, não uma sentença: campanha, debates e propostas ainda podem mudar o caminho.

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Atrás dos dois líderes, o cenário se fragmenta: Ronaldo Caiado tem 5%, Renan Santos 4%, Romeu Zema 3% e Augusto Cury 2%. Enquanto isso, brancos/nulos somam 6% e os indecisos, 4%.

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A cena ajuda a explicar o clima da largada: dois polos concentram a atenção, enquanto os demais candidatos disputam algo precioso — visibilidade. Em uma eleição, aparecer não basta; é preciso transformar atenção em confiança.

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O Datafolha também testou Pablo Marçal, hoje inelegível por condenação na Justiça Eleitoral. Mesmo incluído, ele marca 2% e o quadro quase não muda: Lula fica com 39%, e Flávio Bolsonaro, com 32%.

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O caso de Marçal lembra que a eleição não acontece só no palanque. A Justiça Eleitoral ainda decidirá sobre sua candidatura; por ora, ele está impedido de fazer propaganda na TV, participar de debates e usar recursos públicos.

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A largada tem números, mas a campanha terá perguntas maiores: emprego, custo de vida, saúde, educação, clima e segurança. No fim, uma disputa democrática se mede também pela capacidade de apresentar soluções que cheguem a quem mais precisa.

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