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Valor Econômico
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Pablo Marçal entra no levantamento presidencial mesmo com condenações eleitorais. Pesquisa mede voto — ou o poder de um nome nas redes? 🗳️

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“Pesquisa Datafolha para presidente inclui Pablo Marçal em novo levantamento”
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Pablo Marçal aparecerá na nova pesquisa Datafolha para presidente, apesar de estar inelegível após condenações no TRE-SP. 🗳️🧵 A pergunta é: medir intenção de voto em um nome barrado ajuda a entender o eleitorado — ou amplifica sua influência?

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A sondagem será divulgada na sexta (21), após 2.058 entrevistas presenciais em todo o país. Margem de erro: 2 pontos. Pesquisa não registra candidatura: ela mede lembrança, rejeição e preferência. Mas quem define quais nomes viram assunto público?

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No primeiro turno estimulado, o questionário lista 13 nomes, incluindo Lula, Flávio Bolsonaro, Caiado, Zema, Renan Santos e Marçal. Se alguém inelegível marca pontos, isso revela apoio real, protesto, desconhecimento da situação jurídica ou força digital?

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A inclusão também expõe um dilema: decisões da Justiça Eleitoral bastam para limitar uma candidatura se a popularidade continua circulando sem freios nas plataformas? Informação eleitoral clara deveria chegar a todos, antes que boatos ocupem esse espaço.

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O Datafolha ainda simula quatro segundos turnos: Lula x Caiado, Lula x Flávio Bolsonaro, Lula x Zema e Lula x Renan Santos. Por que Marçal não aparece nessa etapa? Porque a pesquisa pode testar popularidade, mas a disputa formal tem regras legais.

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Na rodada anterior, divulgada em 24 de julho, Lula tinha 40% e Flávio Bolsonaro, 32% no cenário citado. Mais que a corrida entre nomes, o novo levantamento mede aprovação do governo, interesse por política e identificação com petismo ou bolsonarismo.

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Com custo de R$ 307 mil e registro no TSE, a pesquisa deve ser lida como fotografia, não sentença. A questão decisiva talvez seja outra: o debate de 2026 vai discutir emprego, serviços públicos e clima — ou ficará refém de personagens e engajamento?

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