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Resumo em 10 segundos

📉 Um relatório municipal aponta quedas de até 99% nas filas de consultas e exames — e revela onde a rede pública avançou em 2026.

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Em Três Lagoas, uma fila de oftalmologia que tinha 872 solicitações passou a ter apenas 1, segundo relatório da Saúde municipal. 👁️📉 A história por trás dessa queda de até 99% ajuda a medir o peso de uma rede pública que consegue ampliar o acesso. 🧵

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Os dados foram apresentados no 2º RDQA de 2026, que reúne o período de maio a agosto. Pela regra de prestação de contas do SUS, o documento mostra quanto foi investido e o que chegou, na prática, aos atendimentos da população.

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O município informou aplicar R$ 162,8 milhões em saúde: 26,74% da receita de impostos e transferências, acima do mínimo constitucional de 15%. Mais que um número orçamentário, esse recurso aparece em consultas, equipamentos e unidades em construção.

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A mudança nas filas chama atenção: endocrinologia caiu de 1.044 para 18 solicitações; psicologia, de 1.824 para 633; e ultrassonografia, de 2.219 para 133. Ainda há espera em áreas importantes, mas a redução indica um alívio concreto para milhares de famílias.

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Para sustentar essa virada, a rede recebeu 739 equipamentos, incluindo cinco ultrassons e um detector digital de raio-X. UPA e Centro de Especialidades também ganharam estrutura — recursos que podem encurtar o caminho entre o pedido médico e o diagnóstico.

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A produção também cresceu: a Clínica da Mulher ampliou consultas em 34,3% e exames/procedimentos em 45,5%. Na Clínica da Criança, a alta foi de 63,9%. Quando o cuidado chega mais perto e no tempo certo, prevenção deixa de ser promessa.

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Há obras em curso para uma USF no Miguel Nunes e para o CAPS Infantojuvenil. O desafio agora é transformar investimento pontual em atendimento contínuo, com equipes valorizadas, transparência e acesso garantido a quem mais depende do SUS.

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