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Resumo em 10 segundos

A USP vai transformar dados, teleapoio e pesquisa em uma estratégia para ampliar o cuidado fonoaudiológico no SUS. 🗣️🔬

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Em 2027, Bauru será palco de uma aposta ambiciosa: usar ciência para reduzir filas e melhorar o acesso à fonoaudiologia no SUS. 🗣️🔬 A USP vai sediar um novo centro dedicado a transformar evidências em cuidado real. 🧵

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A história começa na Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB-USP), onde nascerá o CCIF-SUS: Centro de Ciência e Inovação dos Cuidados em Fonoaudiologia Aplicados ao SUS.

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Selecionado pela Fapesp entre 32 novos Centros de Ciência para o Desenvolvimento, o projeto será coordenado pela professora Kelly Cristina Alves Silvério e terá cinco anos de atividades, a partir de fevereiro de 2027.

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O desafio é concreto: entender onde estão os gargalos, reorganizar os fluxos de atendimento e aproximar atenção básica e especializada. Em vez de a pessoa se perder entre encaminhamentos, o sistema precisa encontrá-la a tempo.

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Primeiro, vem o mapa: pesquisadores vão analisar a situação de 68 municípios da região atendida pelo DRS-6 de Bauru. Depois, entram teleapoio e estudos clínicos piloto. Por fim, monitoramento para medir o que realmente funcionou.

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O centro reunirá docentes, estudantes, equipes técnicas, profissionais de saúde e gestores. A parceria envolve DRS-6, Instituto de Saúde da SES-SP e unidades da Unesp — ciência conectada a quem está na ponta do atendimento.

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Um dos eixos será a Primeiríssima Infância, com cuidado integrado para bebês de até 36 meses. Identificar necessidades cedo pode mudar trajetórias de comunicação, alimentação, aprendizagem e desenvolvimento.

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A meta não é criar uma solução restrita a Bauru. Se os dados confirmarem impacto, o modelo poderá ser replicado no estado: pesquisa pública ajudando o SUS a chegar antes, melhor e com menos desigualdade de acesso.

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