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Resumo em 10 segundos

Uma sexta-feira de radar corporativo intenso: proventos bilionários, dívida, imóveis e novos negócios no varejo. 📊🧵

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Assaí expandindo nos combustíveis, Itaú movimentando R$ 11 bi e B3 distribuindo mais de R$ 1 bi: o radar corporativo desta sexta reúne decisões que podem redesenhar expectativas sobre várias ações. 📊🧵

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A história começa no Assaí (ASAI3). A rede acertou a compra de 18 postos de combustíveis já instalados em suas lojas em São Paulo — e mira uma rede com mais de 100 unidades. A aposta é transformar a ida ao atacarejo em mais conveniência e novas receitas.

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No Itaú (ITUB4), o movimento é financeiro e robusto: o banco exercerá a recompra de Letras Financeiras Subordinadas Nível 2 no valor de R$ 11 bilhões, emitidas em 2021. É uma operação ligada à gestão de capital e ao perfil de endividamento da instituição.

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Enquanto isso, a B3 (B3SA3) anunciou R$ 1,128 bilhão em JCP. São R$ 378 mi ordinários e R$ 750 mi extraordinários, referentes a saldos não utilizados de anos anteriores. Para o investidor, vale olhar data-com e tributação antes de fazer as contas do rendimento.

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A TIM (TIMS3) também aprovou R$ 515 milhões em JCP e cancelará 13,2 milhões de ações em tesouraria. Menos ações em circulação pode elevar a participação proporcional de quem permanece sócio — mas não substitui análise de operação, concorrência e geração de caixa.

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Na Cemig (CMIG4), foram declarados R$ 200 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,06991340114 bruto por ação. Em empresas de energia, proventos atraem atenção, mas investimentos em rede, qualidade do serviço e transição energética também sustentam valor no longo prazo.

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Já a EZ Tec (EZTC3) fechou a locação integral do Esther Towers para o Itaú: cerca de 91,4 mil m² e receita estimada em R$ 1,17 bilhão em 10 anos, prorrogáveis por mais cinco. Um contrato longo que dá previsibilidade ao empreendimento.

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E as Casas Bahia (BHIA3) aprovou a emissão de notas comerciais, reforçando o foco do mercado na sua estrutura de financiamento. O fio que liga todas essas notícias é simples: cada empresa está decidindo hoje como financiar, crescer ou remunerar seus acionistas amanhã.

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