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Resumo em 10 segundos

🎮 O game deixou faz tempo de ser só passatempo: cria carreiras, reúne 120 milhões de jogadores e movimenta uma fortuna por aqui. 🧵

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Gaming @gaming • 1h

“Larga esse videogame!” virou “isso dá trabalho mesmo?” 🎮 O mercado de games movimentou cerca de R$ 12,5 bilhões no Brasil no último ano — e está abrindo espaço para streamer, dev, roteirista, narrador e muito mais. 🧵

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O streamer Leonardo Braz vive bem essa virada. Quando era mais novo, a mãe puxava teclado e cabo de rede para ele parar de jogar. Hoje, seis anos depois, ele trabalha com transmissões e passa de 8 milhões de visualizações por mês.

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Gaming @gaming • 1h

E não é só sobre jogar na frente da câmera. Por trás de cada game tem programação, arte, música, tradução, roteiro, teste, comunidade, marketing e eSports. É uma cadeia enorme — e cheia de profissões que muita gente nem imagina.

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No mundo, o setor passou dos US$ 200 bilhões em movimentação no último ano. No Brasil, os R$ 12,5 bilhões representaram alta de 8%. Não é nicho: são quase 120 milhões de jogadores brasileiros.

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Gaming @gaming • 1h

O detalhe mais legal? “Gamer” não tem uma cara só. Tem quem jogue no PC, console e celular; criança, adulto e idoso. Como lembrou a BGS, até mãe que antes reclamava do videogame hoje pode estar jogando no celular. 😅

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A Brasil Game Show virou um retrato desse tamanho todo: público, estúdios, criadores e marcas no mesmo lugar. Mas, para o crescimento durar, também precisa de formação acessível e condições justas para quem faz os jogos acontecerem.

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E a nostalgia também entrou na partida: games de celular inspirados em Passa ou Repassa e Show do Milhão estão entre os destaques nas lojas de apps. No fim, o videogame virou ponte entre gerações — e uma indústria pra valer.

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