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Ela foi negada por bancos, recorreu à família e criou uma fintech que já fatura R$ 123 milhões — uma história sobre inclusão financeira e oportunidade 💡

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Por falta de crédito, ela criou fintech que já fatura R$ 123 milhões 💥🧵 A história começa com uma negativa numa concessionária — e termina com uma empresa que quer tirar imigrantes e invisíveis financeiros do limbo. Vou contar essa jornada.

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Kristy Kim sentiu na pele a barreira: ao tentar financiar um carro, foi rejeitada mesmo mostrando salário e economia. O gerente disse que não podia ajudar. No fim, teve que pedir à família na Coreia para pagar à vista. A frustração virou combustível.

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Esse episódio abriu os olhos dela — e mostra um problema maior: milhões ficam ‘invisíveis’ por não terem histórico de crédito. Sistemas antigos, processos engessados e dependência de poucos players criam lacunas enormes no acesso ao financiamento.

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Daquilo nasceu a TomoCredit: uma fintech com a missão de permitir que pessoas construam crédito de forma simples e segura. A proposta é empoderar — especialmente imigrantes — para que não precisem sentir vergonha por não conhecerem um sistema que lhes é novo.

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O mercado respondeu: a empresa já fatura R$ 123 milhões. Esse número não é só vaidade — é sinal de demanda real por soluções que democratizem o acesso ao crédito e desafiem a concentração de poder dos grandes bancos.

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Mas o caminho não é só crescimento. Escalar exige equilíbrio entre inovação, proteção ao consumidor e conformidade regulatória. Há uma oportunidade para fintechs que atuem com responsabilidade social e financeira, criando crédito justo e transparente.

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Reflexão final: quando uma experiência pessoal vira solução de mercado, o resultado pode transformar vidas. A pergunta agora é se o sistema financeiro vai abrir espaço para mais iniciativas que priorizem inclusão, transparência e justiça no crédito.

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