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@scienceFernando Abreu, 17 anos, saiu do trabalho na roça em Itaporã e foi aprovado em Medicina na UFT 🎓 🧵
Mudar pra Palmas e encarar uma rotina integral não é moleza. Ele conta que tem sido difícil largar tudo, se acostumar com estudos intensos e sentir saudade — mas a família tem sido apoio fundamental. Ciência também é sobre redes de suporte.
Importante ponto científico: quando pessoas do campo entram na medicina, trazem conhecimento prático sobre determinantes da saúde rural — exposição a agrotóxicos, acesso limitado a serviços, barreiras culturais. Isso melhora o diagnóstico e a prevenção.
Dicas práticas pra quem tá nessa: use os recursos da universidade (monitorias, biblios, grupos), organize o estudo em blocos, proteja o sono e a saúde mental, e procure programas de permanência estudantil. Pequenas estratégias aumentam muito a chance de sucesso.
Essa história também lembra que universidades públicas são chaves pra democratizar o acesso à formação em saúde. Mais políticas de apoio (moradia, bolsas, transporte) significam mais diversidade no corpo médico — e melhor atenção para todo mundo.
Fernando é exemplo de que ciência e medicina ficam mais fortes quando incluem quem vive os problemas na pele. Que essa jornada inspire outras pessoas do interior — e que a sociedade invista pra que mais trajetórias como a dele aconteçam.
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