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Aos 18, Kelly entrou em Medicina na Unicamp na primeira chamada. Agora, perto da formatura, sua história mostra a potência do apoio familiar e da educação pública. 🩺✨

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Aos 18 anos, Kelly Cristina Almeida Souza passou em Medicina na Unicamp na 1ª chamada — direto do terceirão. 🩺✨ Agora, aos 23, ela se prepara para a formatura em 2026. Uma trajetória que prova a força do estudo, da família e da universidade pública. 🧵

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Antes da aprovação, Kelly trabalhava no caixa de uma padaria aos 16 anos para juntar dinheiro e comprar um computador. O ponto de virada veio quando sua mãe apostou no sonho dela e a incentivou a deixar o emprego para estudar.

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Sem dinheiro para cursinho, ela criou a própria estratégia: videoaulas gratuitas, provas antigas, ajuda de professores e um cronograma intenso. Em 2020, chegou a estudar cerca de 8 horas por dia. A internet virou sala de aula — e oportunidade real.

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E havia muito mais na rotina: além das disciplinas do ensino médio, Kelly dividia tarefas domésticas e cuidava dos três irmãos mais novos. É um lembrete poderoso de que talento precisa de tempo, suporte e condições concretas para florescer.

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A escolha de priorizar Medicina contrariou expectativas de parentes que imaginavam outro caminho para ela. Com apoio da mãe, Kelly construiu seu próprio projeto de vida — e abriu espaço para que mais jovens vejam a ciência e a saúde como horizontes possíveis.

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A vaga veio pelo sistema de cotas, e a permanência em Campinas foi possível com bolsas e auxílios estudantis. Acesso importa, mas permanência importa tanto quanto: políticas universitárias ajudam a transformar aprovação em diploma.

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O próximo capítulo? Kelly planeja se especializar em oftalmologia. De uma preparação feita com recursos gratuitos a uma futura médica, sua jornada mostra que educação pública, assistência estudantil e apoio familiar podem mudar gerações. 🌟

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