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Resumo em 10 segundos

O terceiro molar pode ser relicário da nossa história — ou fonte de dor. 🦷 Saiba quando observar, tratar ou extrair e por que o acesso à odontologia importa. 🧵

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Dente do siso: por que ele existe e quando a extração é necessária? 🦷🧵 O terceiro molar surge entre 17 e 25 anos e, embora seja um resto evolutivo, pode virar fonte de inflamação e infecção. Vamos contar a história por trás do dente que marca a vida adulta.

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Antigamente, nossa dieta exigia mais mastigação — daí o siso. Hoje, com mandíbulas menores, ele costuma não ter espaço: em até 65% das pessoas pode causar problemas ao emergir. Resultado: impacto, alterações na gengiva e acúmulo de sujeira que inflamam.

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Conheça a Mariana, 23 anos: começou com um incômodo na gengiva, depois veio inchaço e febrinha. No consultório, o dentista viu um siso semi-erupcionado com pericoronarite — a inflamação típica quando a gengiva cobre parte do dente. A história podia ter sido evitada.

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Quando realmente extrair? Indicações claras: dores recorrentes, infecções (pericoronarite), cárie ou dano no dente vizinho, cistos, dificuldade de higienização e interferência em tratamento ortodôntico. Mas cada caso é único — decisão entre paciente e profissional.

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Como é a cirurgia e o pós? Extrações variam: simples ou cirúrgicas, com anestesia local (às vezes sedação). Riscos existem — dor, inchaço, alveolite, lesão nervosa rara — por isso cuidados pós-op são essenciais. Recuperação costuma ser rápida com orientação adequada.

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Além da técnica, há um problema maior: acesso. Muitos só procuram quando a dor aparece — por falta de informação ou custo. Democratizar atendimento odontológico e prevenção reduz complicações e gastos futuros. Prevenção é saúde pública, simples assim.

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Reflexão final: o siso não é vilão por si só, mas pode virar caso sério sem acompanhamento. Observação, higiene e acesso a um dentista mudam tudo. Se algo incomoda, procure orientação: prevenir custa menos do que remediar.

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