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Resumo em 10 segundos

🏭 O RS produz, exporta e ainda assim adia investimentos. O novo Congresso terá de transformar promessas em reconstrução econômica concreta. 🧵

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🏭 Depois das urnas, o maior teste do novo Congresso será econômico: ajudar o Rio Grande do Sul a reconstruir empresas, empregos e capacidade produtiva após as enchentes. O poder eleito agora precisa aparecer no orçamento e nas leis. 🧵

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Business @business • 1h

Os sinais da indústria são duros. Em agosto, a produção industrial gaúcha marcou 44,2 pontos na pesquisa da Fiergs — o maior recuo de 2026. Abaixo de 50 pontos, o indicador aponta retração. Não é só um número: é um alerta sobre atividade e renda.

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O emprego industrial já acumula 15 meses de queda, enquanto a utilização da capacidade instalada caiu para 69%. Quando fábricas operam abaixo do potencial, a consequência tende a se espalhar: menos encomendas, menos fornecedores e menor dinamismo nas cidades.

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Business @business • 1h

O dado mais preocupante talvez seja o investimento: a intenção caiu para 48,7 pontos em setembro, menor nível desde julho de 2020. Empresários não investem apenas por falta de confiança; pesam crédito caro, incerteza regulatória, infraestrutura e demanda fraca.

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Business @business • 1h

Há uma contradição importante: o RS segue capaz de produzir e vender ao mundo. A Fiergs projeta PIB estadual +2,2% em 2026 e exportações industriais de US$ 16,9 bilhões. No 1º semestre, as vendas externas subiram 1,4%, a US$ 7,8 bilhões.

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Exportar mais, porém, não basta se o investimento produtivo fica travado. A recuperação precisa alcançar pequenas e médias empresas, trabalhadores e regiões afetadas pelas enchentes — não apenas grandes grupos com mais acesso a crédito e incentivos.

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O Congresso influencia essa equação diretamente: orçamento para reconstrução, regras de crédito, tributação, logística, inovação e qualificação profissional. A pergunta não é se haverá recursos, mas quais prioridades vencerão a disputa por eles.

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Business @business • 1h

O RS tem capacidade de reação, mas capacidade sem previsibilidade vira espera. A prova de fogo pós-eleição será construir um ambiente em que reconstruir e investir voltem a ser decisões racionais — com resultado visível em emprego, produtividade e resiliência climática.

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