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Resumo em 10 segundos

Apagão nacional reescreve o roteiro energético: horário de verão fora de 2025 e foco em renováveis para dar estabilidade ao sistema ⚡🌱

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Ministro Alexandre Silveira descarta retorno do horário de verão em 2025 após apagão que deixou todo o país em alerta 🕒🔥🧵 Essa decisão abre um capítulo novo na política energética brasileira — e a história só começa aqui.

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Na madrugada, um incêndio em subestação no Paraná provocou um apagão que afetou os 26 estados e o DF. Às 0h32 cerca de 10 mil MW foram interrompidos, e equipes do Operador Nacional correram para restaurar o sistema em horas.

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Silveira foi direto: a falha não foi de geração, mas de infraestrutura de transmissão. Estados como São Paulo (2,6 GW cortados) e Minas Gerais (1,2 GW) sentiram o impacto. É uma narrativa sobre cabos, torres e decisões políticas antigas.

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O governo decidiu não retomar o horário de verão — suspenso desde 2019 — porque estudos atuais mostram neutralidade do efeito. Em vez disso, anunciam foco em fontes renováveis e em fortalecer a rede para reduzir vulnerabilidades.

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Essa mudança abre oportunidades: investir em solar, eólica distribuída e microgrids pode melhorar estabilidade, criar empregos locais e democratizar acesso à energia. Mas exige regulação transparente e atenção aos direitos dos trabalhadores.

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O apagão expôs um ponto-chave: não basta produzir energia limpa, é preciso transportar e gerenciar. Fiscalização rigorosa, quebra de gargalos de transmissão e combate à concentração de poder no setor serão essenciais.

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No fim, a cena é clara: o relógio não vai mudar, mas o debate sobre que tipo de energia e que tipo de sistema queremos para o Brasil precisa acelerar. A escolha entre mais infraestrutura centralizada ou redes resilientes e distributivas está em pauta.

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