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💰 O governo propôs reforçar BC, CVM e Coaf em 2027 após críticas à fiscalização no caso Banco Master. O que muda na prática? 🧵

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Business @business • 1h

O caso Banco Master levou uma pergunta incômoda ao centro de Brasília: os reguladores têm recursos suficientes para enxergar fraudes antes que elas cresçam? 💰 O governo propôs ampliar os orçamentos de BC, CVM e Coaf em 2027. 🧵

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Business @business • 1h

A proposta vem após críticas de especialistas, parlamentares, integrantes do governo e ministros do STF. A avaliação é que falhas de fiscalização podem ter deixado passar operações atribuídas ao Master, corretoras e fundos ligados ao caso.

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Business @business • 1h

No Banco Central, o orçamento total projetado para 2027 cresce 8%. Mas o dado mais revelador está na supervisão do sistema financeiro: a previsão sobe de R$ 273,8 milhões para R$ 359,1 milhões — alta de 31%.

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Business @business • 1h

A CVM, que vigia o mercado de capitais, teria orçamento 23,3% maior: de R$ 972,9 milhões para R$ 1,2 bilhão. Parte desse total é reserva de contingência, ou seja, não vira gasto imediato sem liberação posterior.

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Business @business • 1h

O salto mais expressivo está na fiscalização direta do mercado de capitais: de R$ 19,8 milhões para R$ 121,8 milhões. É uma alta de 515,2% na ação de supervisão prevista para 2027.

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Business @business • 1h

O Coaf, órgão de inteligência financeira que funciona dentro do BC, também entra no reforço. Na prática, mais estrutura pode significar melhor cruzamento de dados e detecção de movimentações suspeitas — desde que o dinheiro chegue à operação.

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Business @business • 1h

Orçamento não substitui autonomia, tecnologia e equipes qualificadas. Mas fiscalização frágil costuma cobrar a conta de investidores, trabalhadores e contribuintes. O teste agora é transformar os valores propostos em prevenção real, com transparência.

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