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Resumo em 10 segundos

🎬💰 A Globo teria apertado as regras para publicidade dentro das tramas. O objetivo: preservar a história sem abrir mão de uma receita estratégica.

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A publicidade entrou tanto na história de “Vale Tudo” que virou assunto nos bastidores — e agora a Globo mudou a rota. 🎬💰 A emissora teria imposto limites ao merchandising nas novelas, buscando equilibrar faturamento e narrativa. 🧵

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A lógica é financeira: novelas são vitrines poderosas para marcas, capazes de transformar produtos em desejo nacional. Mas, quando a inserção parece interromper a trama, o ganho comercial pode cobrar um preço alto na relação com o público.

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Segundo a coluna Outro Canal, o incômodo com os excessos em “Vale Tudo”, em 2025, chegou à família Marinho. O recado interno teria sido claro: ações comerciais precisam conversar melhor com o conteúdo, em vez de disputar atenção com ele.

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Não se trata de abandonar o merchandising. Em um mercado de mídia mais fragmentado, essa receita ajuda a financiar produções caras e a manter a TV aberta competitiva. A questão passou a ser como vender sem transformar personagens em vendedores.

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“Quem Ama Cuida”, atual novela das nove, virou o teste dessa nova fase. A produção tem sido elogiada internamente por integrar propagandas de maneira mais orgânica — quando a marca serve à cena, e não o contrário.

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É uma mudança pequena na tela, mas relevante no caixa: publicidade invasiva pode desgastar audiência; audiência menor reduz o valor do intervalo e da própria novela para anunciantes. No fim, coesão editorial também é estratégia de negócio.

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