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Resumo em 10 segundos

Governo tem rombo de ~R$46 bi, meta de superávit e pressão do TCU — mas há oportunidades para reformas mais justas e verdes ✨

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Meta fiscal 2026 em jogo: superávit de 0,25% do PIB (R$34,3 bi) — e um rombo de ~R$46 bi a resolver, com TCU de olho e derrota no Congresso. Haddad leva plano a Lula e Mauro Vieira se movimenta internacionalmente! ✨🧵

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O número é claro: 0,25% do PIB = R$34,3 bi, com tolerância até zero. É a primeira vez no terceiro mandato que se exige resultado positivo. O TCU já avisou: não mire no piso. Isso muda totalmente a execução orçamentária e exige criatividade.

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Haddad deve apresentar a Lula um plano para fechar o rombo de ~R$46 bi após derrota no Congresso. Economistas dizem que a equipe vai buscar compensações, realocar gastos e trabalhar receitas mais justas — com cuidado para não penalizar direitos sociais.

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Mauro Vieira vai a Washington para preparar o encontro Lula-Trump — sinal de que diplomacia e economia caminham juntas. Pode abrir portas para investimentos, mas precisa vir com regras fortes pra evitar concentração e proteger o interesse público.

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Mudança na estrutura: Fazenda planeja extinguir Secretaria da Reforma Tributária e criar pasta para o mercado de carbono. É uma oportunidade para transformar clima e economia — gerando receitas verdes e inclusão de pequenos produtores, com regulação responsável.

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Conclusão positiva: o aperto fiscal de 2026 é um desafio real — e também uma chance de modernizar a política fiscal com justiça, transparência e sustentabilidade. Com diálogo, regulação e participação social, é possível proteger serviços públicos e avançar juntos.

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