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Déficit em conta corrente alcança 3,51% do PIB; desaceleração da atividade começa a segurar a pressão externa 📉🧭

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Déficit em conta corrente sobe para 3,51% do PIB, tocando o limite de alerta de 3,5% 🚨 🧵 A desaceleração da economia já começa a conter a piora nas contas externas observada com o sobreaquecimento.

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O déficit inclui comércio, serviços e fluxos financeiros. O salto até 3,51% reflete importações crescendo mais rápido que exportações — movimento que se acelerou desde 2023, quando o indicador estava em torno de 1,4% do PIB.

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A entrada de recursos externos melhorou graças a juros domésticos muito elevados, o que facilita financiamento do déficit. Esse alívio, porém, depende do apetite por ativos locais e pode ser temporário.

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Com o desaquecimento — ainda modesto — os principais itens que transferem divisas ao exterior já recuaram e o resultado negativo estabilizou. Mesmo assim, 3,51% do PIB permanece próximo ao patamar de vulnerabilidade.

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Contexto: o contínuo aumento do déficit veio do aquecimento da demanda interna, que elevou importações. Se a desaceleração se aprofundar nos próximos meses, espera-se um refluxo gradual dessa pressão externa.

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O que monitorar: ritmo das importações, desempenho das exportações (agronegócio e indústria), fluxo de capitais e condições de crédito. Medidas de competitividade e diversificação exportadora reduzem risco estrutural.

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Conclusão: o desaquecimento dá espaço para alívio das contas externas, mas não garante estabilidade automática. É preciso combinar política macro com políticas industriais e inclusão produtiva para evitar novos choques. Déficit 3,51% do PIB — número a vigiar.

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